A cozinha de Sarah Connor

Vamos imaginar que no computador ou celular daquele administrador há um programa conectado a todas máquinas e sistemas de seu restaurante, relatando seus momentos de uso, normalidade e avisos de troca de componentes ou eventuais disfunções.

Como fornecedor, imagine seu equipamento ou sistema enviando informações úteis, nos momentos certos, a esse mesmo programa, como os de cuidados de limpeza, troca de filtro e manutenção em geral. Imagine que o cliente já tem um pacote com os componentes para manutenção básica sem precisar acioná-lo.

Como profissional de assistência técnica imagine um programa de prevenção e estoque dos componentes de reposição periódica ou importantes nos momentos mais críticos. Imagine ainda receber o passo a passo de cada troca, naquele mesmo programa.

Como consultor imagine os equipamentos e sistemas em sintonia com a infraestrutura predial de hidráulica, elétrica e mecânica, tudo interligada a aquele mesmo programa. Um novo item a ser especificado para cada projeto.

Esse novo programa, além de informações on time a cada responsável, pode ter funções adicionais como ligar ou desligar equipamentos, regular sistemas, avaliar a infraestrutura ou acionar redes paralelas de vigilância. Cada um conforme sua necessidade local.

É um programa para cada restaurante, que nasce com a IOT, pode configurar um Sistema 4.0, com comunicação em 5.0 e contribuir para a produtividade e promover a segurança. Nesse patamar até Sarah Connor, que nos salvou da Skynet, aprovaria.

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